Os Municípios Rumo a 2030: Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável

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Da promoção de cidades e comunidades sustentáveis à erradicação da pobreza e fome, da ação climática ao trabalho digno, da saúde ao consumo sustentável, da educação às parcerias sólidas, os temas abordados são o espelho da universalidade dos desafios que hoje enfrentamos. Os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) apresentam-se, assim, como um plano de ação, em que cada um é em si mesmo um desafio para a promoção do desenvolvimento glocal.

Nos próximos anos, os municípios vão assistir a um conjunto de desafios e oportunidades, que podem ser alinhados com a Agenda 2030 numa abordagem eficaz e sustentável. Este conjunto de desafios e oportunidades, que se apresentam com a Agenda 2030, constituem um plano de ação para qualquer município que queira assegurar a sua sustentabilidade económica, social e ambiental, em parceria com os demais atores do desenvolvimento. Os municípios há muito que começaram um processo de inovação, progresso e sustentabilidade, pelo que a Agenda 2030 constitui uma oportunidade e simultaneamente um contributo para reforçar a necessária transformação social, económica e ambiental, sendo essa uma das preocupações da Rede Intermunicipal de Cooperação para o Desenvolvimento enquanto estrutura impulsionadora da Cooperação e do Desenvolvimento Glocal.

Programa 


10 horas – Sessão de Abertura

  • Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal
  • Francisco Rocha Gonçalves, presidente da Rede Intermunicipal de Cooperação para o Desenvolvimento
  • Ana Paula Rosa, adjunta da secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação

10.45 horas – 1.º painel: Relatório do Desenvolvimento Humano
Novos e velhos desafios continuam a fazer parte do cenário de desenvolvimento da humanidade. Não são apenas os desafios económicos e financeiros que espelham um desejo de um mundo mais justo e sustentável, são também os desafios sociais e ambientais que vão assegurar o desenvolvimento humano sustentável.

  • Manuel Ennes Ferreira, professor do Departamento de Economia do ISEG, investigador, consultor e especialista em assuntos do desenvolvimento e da cooperação internacional


11.10 horas – 2.º painel: Soluções Locais para a Implementação da Agenda Global: Novos Modelos, Novas Alianças
O desenvolvimento sustentável requer novas estratégias, voltadas para o fortalecimento e articulação dos atores locais e para a expansão das suas iniciativas. Economia, ambiente, educação, integração, inclusão e mobilidade não são apenas temas da sociedade, são realidades diárias às quais não podemos virar costas. Realidades que devem ser abordadas do local ao global, pois este é o único caminho capaz de assegurar um futuro sustentável para todas e todos. Como atores-chave do sistema internacional, é necessário que os municípios, que desde sempre foram um motor vivo das dinâmicas da sociedade, desenvolvam e promovam novos modelos para o desenvolvimento sustentável.

  • Pedro Cruz, coordenador do projeto Europa no Mundo da Plataforma Portuguesa das ONGD
  • José Fidalgo, coordenador da Rede de Centro de Estudos e Sondagens de Opinião  Local, da Universidade Católica Portuguesa

12.10 horas – Debate

12.35 horas – Almoço

14.30 horas – 3.º painel: O Papel da União Europeia na Implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Glocal
As instituições europeias estão numa posição privilegiada no que se refere ao desenvolvimento global. Neste sentido e em articulação com os seus Estados-membros, devem assumir uma posição de liderança na execução da Agenda 2030, incluindo os objetivos de desenvolvimento sustentável nas suas políticas e iniciativas, fazendo do desenvolvimento sustentável o seu princípio orientador.

  • João Ferreira, eurodeputado

15 horas – Apresentação do Manual de Ação Local para a Transformação Global
Este manual resultou do estudo elaborado no âmbito do projeto Rumo a 2030: Campanha para a promoção dos ODS e da Educação para o Desenvolvimento e Cidadania Global, com o intuito de fornecer aos municípios portugueses uma base que lhes permita integrar a Agenda 2030 nos seus processos de decisão e ação a nível municipal.

  • Patrícia Magalhães Ferreira, investigadora e consultora, nas áreas da cooperação para o desenvolvimento e responsável pelo estudo


Fonte: Câmara Municipal do Seixal
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